Em reunião realizada hoje 29/03 durante almoço em um restaurante da capital Paraense, os companheiros Nonato Guimarães e Rogério Corrêa, membros da direção estadual do Movimento Solidariedade aprofundaram o dialogo com o companheiro Rodrigo Leite, que está compondo a partir desta data o Coletivo interno do PT do Pará. O Movimento está passando por um processo de reestruturação nas cidades por onde existem militantes interessados em dialogar com o coletivo, ou se afinam ideologicamente com o nosso manifesto. Particularmente em Belém, o Partido dos Trabalhadores está um pouco distante das lutas e das bandeiras de lutas dos movimentos sociais organizados e nessa nova fase o movimento tentará contribuir para essa reaproximação do partido com as bases, com uma atenção especial ao bairro do Marco, onde teremos a tarefa de organizar a AMBAM - Associação dos Moradores do Bairro do Marco e o Movimento de mulheres, ambos envolvidos na regularização fundiária e outras questões do bairro. Após a conversa Rodrigo lançou nas redes sociais o seguinte texto: Nossa luta e contra os opressores, contra os grandes latifundiarios, contra os dominantes das pequenas riquezas dos pobres. talvez seja uma luta onde jorre sangue, mais que não será esquecida pelo povo do Pará. Estou convicto da minha decisão, sou de Belém, sou do Pará, sou do Movimento Solidariedade / PT, Pois ainda acredito nas lutas de massas dos movimentos sociais do campo e da cidade. Saudações Socialistas. Rodrigo Leite. |
terça-feira, 29 de março de 2011
Movimento Solidariedade em processo de rearticulação
Morre José Alencar
sexta-feira, 4 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Bolsa Família será reajustado em 45%, diz Dilma
A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje reajuste de 45% na parcela relativa a filhos, nos benefícios pagos pelo Programa Bolsa Família. 'Vamos beneficiar quem tem mais filho', disse a presidente, dizendo que o governo vai gastar R$ 2,1 bilhões com o reajuste. O decreto concedendo o reajuste foi assinado em Irecê, cidade localizada a 478 quilômetros de Salvador, no sertão da Bahia, em cerimônia de comemoração ao mês da mulher. Segundo ela, outras parcelas do programa terão reajuste menor.
Atualmente, o Bolsa Família atende 12,9 milhões de famílias, que recebem de R$ 22 a R$ 200. O programa não é reajustado desde 2009. Ela explicou que o programa não foi reajustado em 2010 porque foi ano eleitoral. 'Não fizemos política com Bolsa Família'. A decisão de o aumento incidir sobre a parcela relativa à quantidade de filhos é, de acordo com o governo, em razão de que 34% a 35% das famílias mais pobres terem como chefe uma mulher.
Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 93% dos usuários do cartão Bolsa Família são mulheres. Por isso, o governo federal considera o programa importante para melhorar a vida econômica das mulheres.
No discurso, a presidente disse que estava com uma missão que a orgulhava muito. 'Irecê e a Bahia são o primeiro Estado e município que visito com este contato tão amigo, caloroso e carinhoso da população. Queria dizer pra vocês que estou muito comovida'. E falou do compromisso com a parcela da população brasileira que foi sempre abandonada e tratada como sendo uma parte da população que não interessava ao Brasil. 'Este País só será grande se todos forem grandes com ele. Por isso, cada família brasileira tem de ser o centro da nossa política, o mais importante para um governo'.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Puty é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo
Quem deve, teme...
Na linha de ataque sistemático e infundado à minha pessoa, o jornal Diário do Pará de hoje abre como manchete de capa: Influência de poder/ Dossiê revela fraudes na Sefa. E na página 4, com base num dossiê, o jornal constrói uma matéria indutiva para que o leitor conclua meu envolvimento no presumível esquema de sonegação fiscal. Na embolada, o prefeito de Parauapebas e o grupo Leolar.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Hoje ocorre o I Encontro de blogs do Pará.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Puty pede explicações sobre o Banpará.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Acordo entre Brasil e Argentina quer massificar acesso à banda larga até 2015.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Simão Jatene segue os passos de Arruda, com escândalo da cervejaria Cerpa.
sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
ELEIÇÕES PARA OS CONSELHOS TUTELARES DE BELÉM
Estão previstas para março de 2011 eleições para os Conselhos Tutelares de Belém, em especial a nossa força de abrangência, aos Distritos do DAICO, DAGUA, DASAC, DAENT.
Os Conselheiros Tutelares serão escolhidos pela comunidade, através do voto direto, para mandato de três anos, com possibilidade de reeleição. Os candidatos devem ter reconhecida idoneidade moral, comprovar residência no Município, ter idade superior a vinte e um anos e ter garantida sua indicação por entidade que tenha trabalho voltado à criança e ao adolescente, além de garantida a superveniência de uma autoridade ligada ao tema.
O Conselho é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, integrante do conjunto de instituições brasileiras, sujeito e subordinado ao ordenamento jurídico do país e que, em suas decisões, tem autonomia para desempenhar as atribuições que lhe são confiadas pelo Estatuto Federal que o instituiu e tem como função principal a fiscalização do cumprimento dos direitos previstos no Estatuto da Criança e de Adolescente - ECA.
Seus membros são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas as crianças e os adolescentes e acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema. É uma ferramenta e um instrumento de trabalho nas mãos da comunidade, que fiscalizará e tomará providências para impedir a ocorrência de situações de risco.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Comício da vitória reúne 20 mil em Belém
“Não podemos andar para trás. Temos que continuar esse trabalho para ter as 42 UPAs, a nova Santa Casa, o Bilhete Único, as 111 bases de polícia comunitária, serão mais 600 infocentros. Vamos fornecer cursos específicos de internet para as pessoas da melhor idade”, disse Ana Júlia. “A gente precisa de mais tempo para continuar fazendo o que começamos fazer. Eles nunca fizeram e não é agora que vão fazer”, completou a candidata.
No palco, estavam presentes deputados estaduais e federais da coligação eleitos, prefeitos, vereadores e também lideranças de movimentos sociais, Central Única dos Trabalhadores (CUT), LGBTs e o cacique geral da Nação Kaiapó, Akiaboro.
O prefeito de São João de Pirabas, Cláudio Barroso (PMDB), agradeceu à Ana Júlia pelo apoio dado às prefeituras do interior. Ele deixou claro seu apoio à reeleição de Ana Júlia. “No nosso município, o povo ganhou o Bolsa Trabalho, CredPará, o repasse de recursos fundo a fundo na saúde. Ana Júlia apoiou os pequenos agricultores e trouxe projetos que melhoraram a realidade do nosso município”, disse o prefeito.
Ana Júlia destacou que a geração de emprego e renda no estado do Pará irá continuar no próximo mandato, frisando que essa é também uma política de inclusão social. “11 mil empresas foram abertas no estado do Pará, por isso batemos recorde de geração de emprego. Trouxemos a siderúrgica de Marabá, a fábrica de MDF em Paragominas, e serão seis usinas do pólo de biodiesel. Esses recursos viram investimentos em educação, saúde, segurança”, disse.
A classe trabalhadora também mostrou seu apoio à reeleição de Ana Júlia. “É fundamental a classe trabalhadora ficar ao lado dos que sempre olharam pelo povo. A Ana Júlia, em quatro anos, tem se empenhado em trabalhar para a maioria. Nunca tivemos tantas oportunidades de emprego. Hoje, temos empresas gerando empregos e oportunidade para o povo do Pará”, destacou a secretária nacional da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Silva.
Ana Júlia lembrou que, nesta quarta-feira, o presidente Lula completou 65 anos. Ela fez um pedido ao povo do Pará e cantou, junto com 20 mil pessoas, parabéns para o presidente. “Hoje é um dia especial para todos nós: é o aniversário de um homem que mudou a história do país e que teve a chance do segundo mandato. Vamos homenagear o presidente Lula e eleger Ana e Dilma, 13. O povo do Pará quer que as mudanças continuem”, pediu Ana Júlia, referindo-se ao pedido de aniversário feito pelo presidente no comício do dia 14 deste mês.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Dilma estará ao lado de Lula e Ana Júlia no comício
Será a primeira vez que a candidata Dilma virá ao Estado em campanha eleitoral. A possível primeira mulher a tornar-se presidente no Brasil chegará especialmente para o comício com Ana Júlia. Ela deve desembarcar em Belém pouco antes do evento. Wagner deve chegar no final da tarde. Lula chegará no início da tarde em Belém para realizar compromissos de governo, no Hangar, e, à noite, seguirá para o comício.
Parlamentares eleitos, prefeitos e presidentes dos partidos que apóiam a Frente Popular Acelera Pará também estarão no palanque ao lado das candidatas apoiadas por Lula. Caravanas de militantes e apoiadores virão dos municípios das regiões Nordeste e Metropolitana para acompanhar o comício, segundo um dos coordenadores da campanha de Ana Júlia e presidente do PT no Pará, João Batista.
“Todos os partidos da coligação estão envolvidos na organização do comício com Ana, Dilma e Lula. Vamos repetir o comício do primeiro turno, em Belém, em termos de participação (foram 50 mil pessoas, conforme o levantamento da segurança), de empolgação e de alegria”, destacou Batista.--
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Para quem o PT governa
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Ana Júlia vai buscar apoio de mais lideranças no 2º turno
A candidata à reeleição ao governo do Estado, Ana Júlia Carepa (PT), afirmou que buscará alianças programáticas com as demais lideranças políticas e populares do estado para enfrentar a disputa do segundo turno eleitoral. Ela frisou que gostou de alguns programas apresentados por outros candidatos, como de Domingos Juvenil (PMDB). Ana Júlia adiantou ainda sua disposição para o segundo turno: "Neste segundo turno nós vamos mostrar aos eleitores que o Pará não pode ser mais a periferia do Brasil, não podemos voltar ao passado", disse a candidata, nesta segunda-feira.
Ana Júlia avaliou ainda que o resultado das eleições foi "contaminado" pelas diversas pesquisas incorretas que foram divulgadas ao longo do primeiro turno. "Infelizmente, alguns eleitores acabaram votando em quem imaginaram estar ganhando, o que não era verdade, como dissemos o tempo todo, baseados em nossas pesquisas internas", disse Ana Júlia nesta segunda-feira, dia 4.
Ana Júlia disse ter recebido a confirmação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltará ao Estado para fortalecer sua campanha, possivelmente com a candidata à sucessão presidencial Dilma Rousseff (PT). Ela foi informada também de que ministros e governadores eleitos pela aliança nacional virão fortalecer a campanha da Frente Popular Acelera Pará. A confirmação foi dada à candidata, por telefone, pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, ontem à noite e hoje de manhã.
Ontem, Ana Júlia acompanhou a apuração de votos no comitê central da coligação, situado na Avenida Gentil Bittencourt com a Travessa Nove de Janeiro, junto com a coordenação de campanha. A militância começou a festejar em frente ao prédio por volta das 21 horas, quando o percentual de votos apurados do candidato opositor começou a cair, indicando o segundo turno. Depois, a militância se concentrou na Praça da Leitura, em São Brás, para comemorar o resultado.
Aos jornalistas, ontem à noite, no comitê, Ana Júlia atribuiu a participação no segundo turno a Deus, ao povo do Pará e à garra e coragem da militância dos 14 partidos aliados: “Estou muito feliz”, disse. “Vamos mostrar o que fizemos pelos 144 municípios em parceria com o Lula e o que ainda vamos fazer pelo Pará junto com a Dilma”, adiantou a candidata, demonstrando confiança em conquistar mais votos no próximo turno.
“Agradecemos a cada jovem, cada mulher, cada trabalhador que acredita no nosso projeto de desenvolvimento do Pará, especialmente para aquelas pessoas que mais precisam”, disse.
Sobre a pesquisa publicada na véspera do primeiro turno, que apontava a eleição do candidato opositor em primeiro turno, Ana Júlia respondeu que, mais uma vez, as urnas mostraram que as pesquisas estavam erradas.
“Eu estava muito confiante que iríamos para o segundo turno. Eu disse de manhã para a imprensa: a pesquisa que vale é o povo votando na urna. Mais uma vez os institutos de pesquisa erraram no Pará. Os adversários cantaram vitória antes do tempo. Eu fiquei muito tranquila”, observou a candidata.
Ela lamentou que, infelizmente, as pesquisas acabem influenciando um percentual de eleitores indecisos, mesmo assim, uma parcela importante da população quer que o Pará continue crescendo com o projeto de desenvolvimento implementado por ela no Estado, que é o mesmo de Lula no Brasil.
Ana Júlia também respondeu que nunca pensou em garantir a vitória usando a máquina estadual: “Quem usa de forma indevida (a máquina) pode até pensar desse jeito. Fomos muito vitoriosos (chegando ao primeiro turno) porque o governo sofreu tantos ataques, como nunca vi. Sofri muita calúnia e baixaria. Mas conseguimos superar todos esses percalços”.
“Cumprimento os outros candidatos e vou procurar todos para buscar apoio no segundo turno. Não vou dispensar o apoio de absolutamente ninguém. A coligação deve ser ampliada com partidos e lideranças políticas”, anunciou Ana à imprensa.
Ana Júlia também respondeu que ainda não havia tido tempo de avaliar a votação município por município, mas adiantou que o percentual de votos dela foi fortalecido quando começaram a contabilização dos votos das regiões do Baixo Tocantins, Sul e Sudeste do Estado.
Ela também respondeu sobre o candidato ao senado da coligação, Paulo Rocha, que ficou em terceiro lugar: “Da forma como conduziram, não foi a melhor forma possível. Lamento que vá fazer oposição à Dilma no Senado”, disse, referindo-se ao candidato eleito do PSDB.
Em seguida, Ana Júlia saudou a militância que a aguardava na frente do comitê: “Eles não quiseram acreditar na nossa força. Vamos precisar ampliar com as nossas lideranças e principalmente com o povo. Vencemos a primeira batalha, mas não vencemos a guerra. Temos pouco tempo, vamos nos preparar. Estamos todos felizes. A pesquisa tentou nos derrubar mais uma vez, mas o povo desacredita nisso, acredita na sua própria força. Agora é mais um mês até a vitória”, conclamou.
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sábado, 2 de outubro de 2010
Ananindeua faz parte da onda vermelha e acredita na vitória
Ana Júlia merece a reeleição por ser uma brava guerreira, que luta por todos os paraenses com amor e determinação. Agora, temos certeza que é ela quem vai largar na frente no primeiro turno”. Com essa citação, Maria Helena, que mora na passagem Bom Jesus, em Ananindeua , deu a tônica da passagem da candidata petista pelo município no último dia 1 de outubro. Na caminhada, que teve início antes das 16h e se estendeu até 20h30, ficou claro que o povo já encara a virada de Ana Júlia como um fato prestes a ser consumado.
Do início ao fim da visita, Ana Júlia passou de casa em casa para conversar com os moradores, que retribuíram com muito carinho e demonstrações de apoio. Clara Amaral, moradora da passagem Senzala, ficou emocionada com a presença da candidata e chamou para si a responsabilidade de falar por toda a população das redondezas. “O Pará não é cego e também não tem memória fraca. Ninguém aqui quer voltar no tempo. Você já virou esse jogo e a apuração vai mostrar isso a todos. Doa a quem doer”, disse ela à Ana Júlia.
Fabrício Ribeiro, que vive na passagem Princesa Isabel, foi ainda mais longe e disse que a vitória pode vir antes do que se imagina. “Desde quando o povo liga pra essas pesquisas pra decidir voto? A credibilidade deles é zero. Quem decide a eleição é o povo e o povo vai escolher acelerar o Pará ainda no primeiro turno”, comenta.
Cheia de energia, Ana Júlia não se intimidou com o anoitecer e continuou a transitar pelas redondezas, mostrando que não existe horário para estar ao lado da população. Para o comerciante Manoel Leite, o ato denota fibra. “Ela é a única política que veio até aqui e não se intimidou com o pôr-do-sol. Dá pra ver que essa é uma mulher que não depende de expediente pra trabalhar e é de uma governadora assim que a gente precisa”, apontou.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Anivaldo diz que governo de Jatene foi campeão de obras inacabadas
O governo de Simão Jatene (PSDB) foi o campeão das obras inacabadas, afirmou o candidato a vice-governador de Ana Júlia Carepa (PT), da Frente Popular Acelera Pará, Anivaldo Vale (PR), durante o debate entre os vices, promovido nesta terça-feira, 28, pelo Sistema Liberal de Rádio. Seguindo o exemplo de Jatene, que faltou ao debate promovido pelo Sistema Liberal de Rádio na segunda-feira, 28, o candidato à vice Helenilson Pontes também não compareceu. A assessoria dele justificou que ele não conseguiu vôo de Santarém para chegar a tempo em Belém. Além de Anivaldo, participaram do debate Mônica Soares, do PSOL, e Hildegardo Nunes, do PMDB. O programa foi apresentado pelo jornalista Salomão Mendes.
Para Anivaldo, Jatene deixou tudo para Ana Júlia fazer. “Agora eles saem dizendo aos quatro ventos que o Pará vai voltar a crescer. Só se for o crescimento das obras inacabadas, do escândalo de desvio dos recursos do Projeto Alvorada, deixando milhares sem saneamento no interior do Estado”, disse Anivaldo, ao lembrar que foi convidado para participar como vice e candidato ao Senado nas chapas do PMDB e do PSDB, mas optou por Ana Júlia porque a conhece há muitos anos.
“Ela (Ana Júlia) é séria, honrada, tem bons propósitos e bons costumes”, disse Anivaldo, para destacar que ela trabalhou em sintonia com o presidente Lula para garantir obras estruturantes que não foram feitas por outros governos, como as pavimentações da Santarém-Cuiabá e da Transamazônica, as eclusas de Tucuruí, a verticalização da produção minerária. “Essas obras vão mudar a geografia exportadora do País, que perde 30% da produção levada para Paranaguá e Santos. Nós vamos gerar mais empregos no Pará”.
Continuidade - Anivaldo disse que, elegendo Ana Júlia e ele, o Pará dará continuidade a um governo que trabalha pelo povo. “A gente já faz muito quando compreende que não fez o bastante”, disse, ao observar que não é justo um governo de três anos e meio ser responsabilizado por todas as mazelas do Estado. “Na Câmara Federal, criei a Universidade Federal Rural da Amazônia para que o filho do pobre possa ser doutor”, disse, ao informar que colocará sua experiência a serviço de Ana Júlia para que ela faça um governo melhor que o primeiro.
candidato a vice da Frente Acelera Pará responsabilizou o PSDB pela supressão dos 25% referentes ao ICMS de Belém, o que provocou cortes em investimentos em educação, saneamento, educação e água. “Ana Júlia já está corrigindo essa injustiça”, disse ele, referindo-se à devolução dos R$ 166 milhões à Prefeitura de Belém, definida em acordo extrajudicial entre o Governo do Estado e o município de Belém.
Alça - Anivaldo desafiou o ausente Helenilson Pontes a mostrar uma obra estruturante feita pelo governador Simão Jatene. “Ele disse que fez a Alça Viária com o dinheiro da privatização da Celpa. Queria saber onde ele colocou os recursos do Ministério da Integração Nacional destinados para fazer a Alça”, cobrou, citando obras como a do Ação Metrópole, que abrem novas vias ao tráfego para criar o Sistema Integrado de Transporte que vai beneficiar 2 milhões de pessoas na Região Metropolitana de Belém com o Bilhete Único, corredores exclusivos para ônibus ao longo da BR-316, Almirante Barroso e Augusto Montenegro, estações e terminais de integração, além de um sistema de ciclovias.
Com relação à saúde pública, Anivaldo destacou que Ana Júlia repassa recursos a todos os municípios, fundo a fundo, garantindo aos prefeitos liberdade para contratar profissionais, construir postos de saúde da família, investir em equipamentos. “O hospital Metropolitano que era para ser um pronto-socorro virou de alta complexidade porque o custo de manutenção era maior que o de construção”, disse ele, ao lembrar que o secretário de saúde de Altamira, que desfilou em carro aberto com José Serra naquele município, foi preso por desvio de medicamentos no Amapá.
Desvios - Em resposta a uma pergunta de Anivaldo sobre as razões que o fizeram romper com o PSDB em 2002, Hildegardo disse que resolveu lançar sua candidatura ao governo naquele ano porque Jatene não trabalhou e não cumpriu o plano de trabalho da coligação deles. “Já naquela época me manifestei contrário a políticas que discriminavam o Pará e penalizavam o interior, como o projeto Alvorada, onde houve desvio de mais de R$ 45 milhões, deixando milhares de famílias sem água tratada no interior”. Hildegardo assinalou também que a presença de Helenilson Pontes na chapa de Jatene significa que a candidatura do PSDB representa o apoio ao separatismo da região do Tapajós.
Anivaldo disse ainda que é testemunha do esforço de Ana Júlia para atrair novas empresas para o Pará e citou a siderúrgica da Vale em Marabá. “Tanto o presidente Lula quanto o Roger (Agnelli, presidente da Vale) disseram que a siderúrgica veio para o sul do Pará por força da governadora Ana Júlia”, disse ele, para defender também a hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu, como um empreendimento necessário para o Pará e o Brasil. Anivaldo agradeceu a oportunidade de discutir o presente e o futuro do Pará.
“O que aproximou o PR de Ana Júlia foi a parceria com Lula para resolver as grandes obras, como a Transamazônica, a Santarém-Cuiabá, o resgate de siderúrgica que o governo anterior havia perdido para o Maranhão, as 30 mil casas populares que a Vale não avalizou, a BR-222, que se está ruim foi obra do Almir, as eclusas que serão inauguradas. Essa parceria da Ana vai continuar com a Dilma, quem atrapalhou foi o presidente da Assembléia Legislativa, que agora é candidato a governador do estado, mas Ana Júlia recuperou escolas, colocou hospitais para funcionar e fez um governo que criou oportunidades para todos”, destacou Anivaldo Vale.








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